Depois que passamos pelos TPs, 3 e 4, chegamos ao TP5 para refletir sobre o conceito de ESTILO, COERÊNCIA e COESÃO e suas relações lógicas nos textos. Fizemos as leituras que inicia o TP5 e analisamos o primeiro texto “Cada um é cada um” dentro da proposta sinalizada pelo programa. Os professores cursistas interpretaram o texto e fizeram comentários bastante pertinentes a respeito do assunto tratado.
Vejam alguns desses comentários:
1.A questão não é quem diz ou como diz e sim, o que diz. Não importa o estilo de cada pessoa, o importante é perceber a mensagem... ( Aldenice Souza)
2. O texto em questão nos faz refletir sobre as relações que permear as manifestações individuais da oralidade... (Alcilene Inês).
3. O texto revela uma variação lingüística bastante rica ... (Lucina Gomes)
4. O texto mostra que cada um tem sua maneira de expressar-se, ou seja, dar sua opinião..(Eliane Adriano)
O texto mostra de forma humorística a utilização individual da língua ... (Vanderluce Ferreira)
Sendo assim, o TP5 é um ótimo material para a elaboração de textos ajudando-nos a entender melhor Estilo, coesão e coerência.



































2 comentários:
Criado por:MARIA SUELI
criando a narrativa. parte do travalingua
Promesas pela Paz
Pedro Pereira Pedrosa Pires, pobre pinto, pernambucano, precisava pagar promessa. Portanto, pretendia passar por Paudalho Paulista, Pesqueira, Petrolina, principalmente Portugal. Para pagar penitencia, precisava percorrer pelo pais, professando parábolas, pregando para população pobre. Parecia perdido.Preocupado para pagar passagem, procurou prefeitos, pastores, políticos, parentes para patrociná-lo. Possíveis promessas. Pretexto para paciencia, paciencia, Pereira. Portanto, planejou percelar pagamento. Pobre pecador. Para pagar promessa passou privações.Por poucas pratas pintou paredes, placas, pessoas, portas, portões, pagodeiros, políticos. Poupou, poupou, pois prometia pagar passagem para portugal. Particularmente, procurou pelo Padre Pedro, pediu-lhe perdão por pixar paredes, portas, prédios. Perfeito plano. Preparou-se para partir para Portugal. Partiu. Peregrinou por praças, parques, pontes pela pomposa paróquia portuguesa. Presenciou processo, pagou promessa. Pronto para partir, percebeu policiais, patrulheiros perseguindo-o. Prenderam Pereira. Populares presentes protestaram. Perplexos, prontificaram-se para punir policiais. Protesto. Pedradas, palavrões, porrada, prisões Pobre Pereira, pretendia pagar promessa pela Paz, porém, por puro preconceito permaneceu preso.
TER A OPORTUNIDADE DE REFLETIR SOBRE AS MUITAS FACES DA COESÃO É ALGO QUE CONSIDER IMPORTANTÍSSIMO.HAJA VISTO QUE ISTO REPRESENTA UMA DAS FACES DA TESSIRURA DE UM TEXTO QUER NO PROCESSO DE ELABORAÇÃO DE UM TEXTO VERBAL ESCRITO OU FALADO ,QUER NA TENTATIVA DE DECODIFICAÇÃO DAS PALAVRAS.IMAGINEM O QUÃO COERENTE PARA O ALUNO NÃO É A AFIRMAÇÃO:
"EU AT...É QUE L´...EIO MAS O PROBLEMA É QUE OU EU NÃO ENTENDO NADA ,OU EU ME PERCO!"
NOTEM QUE "SE PERDER" DURANTE UM PROCESSO EM QUE SE PROCURA VIABILIZAR UMA ETAPA DO QUE DE FATO SEJA LEITURA.PODE EXATAMENTE,INDICAR QUE ESTE NAUFRÁGO(A)NA LEITURA,PODE ESTAR LHE DANDO INDÍCIOS DE QUE SE QUER DECODIFICAR AS REDES COESIVAS DE UM TEXTO.QUE PARA ELE SE APRESENTAM COMO VERDADEIROS LABIRINTOS SEM SAÍDA.
NESSA PERSPECTIVA,REFLEXÕES SOBRE VÁRIOS FENÔMENOS DA TEXTUALIDADE ENCONTRAM SENTIDO COMO FORMA DE ENFRENTAMENTO DESSA PROBLEMÁTICA,FATO QUE SOBREMANEIRA CONVIDA O TEMA COESÃO.E ESTE TEM SIDO TÃO BEM DISCUTIDO NAS NOSSAS AULAS DO GESTAT II.
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